quinta-feira, 22 de agosto de 2013

Espaço


Astronauta 1:
Um mundo novo estamos desbravando
Apesar da imensa escuridão
Por todo o Universo vamos viajando
Vítimas da imensa solidão
O Universo vamos conquistando
Com a Terra no coração
É tudo tão esquisito
E, ao mesmo tempo, tão bonito.

Astronauta 2:
Estamos em busca do desconhecido
Para o Universo conquistar
Mesmo tendo saudades, já teremos partido
Não haverá meios de voltar
Vênus, Júpiter, um mundo esquecido
Quem sabe o que irá se encontrar?
Por tantos lugares passará nossa expedição...
Mas na Terra sempre estará nosso coração.

Astronauta 3:
Toda a nossa viagem pelo Universo
Estaremos longe do planeta querido
Esperando que tudo seja o inverso
Seja grande e desconhecido
Planetas e estrelas sejam como verso
Tudo bonito e jamais esquecido
A satisfação não terá tamanho
Para todo o conhecimento ganho.

terça-feira, 20 de agosto de 2013

amores imaginários (ou "eu vi num filme")



"Rejeição é difícil, mas é melhor resolvê-la logo. Não? É como uma guilhotina. Mas esperar uma resposta, passar semanas pensando que sou uma merda enquanto ele vai embora. Loucura, não? É como ter sua cabeça cortada em câmera lenta. É como um longo e persistente 'Não'. Mas, em um certo ponto, você perde a paciência. Você se esgota. Você se esgota e tudo fica desprezível, tudo fica escuro e podre. Então, eu apertei 'Enviar'."

(do filme Les amours imaginaires)

quinta-feira, 15 de agosto de 2013

September 6, 2002

Acho que falsos amigos podem ser comparados a drogas. Quer dizer, eu nunca usei drogas, então não sei se eu posso realmente fazer essa comparação. Mas o mundo está cheio de exemplos, e qualquer um hoje em dia já conhece os efeitos, mesmo que por outros. Em todo caso, chega uma hora que você percebe que seu suposto amigo está te destruindo e você decide ficar longe deles. No início você sente falta, mas a vontade de parar é maior! Os efeitos que ele causa em você ainda estão visíveis e servem como um aviso, algo tipo “Ei, não faça essa burrada de novo!”. Um dia você consegue esquecer que já foi dependente desse “amigo”, mas não existe ex-viciado, é bom lembrar! A qualquer momento, você vai sentir uma vontade, mesmo que pequenininha de voltar. Podem passar 20 anos e, um belo dia, você vai ouvir uma música que vai lembrar dele e essa vontade vai se manifestar. Mas aí você já vai ter um auto-controle, seu ego já vai dominar o id, e você não vai correr o risco de ir atrás dele e de voltar a esse submundo.(Ou não... Eu só tenho 21, não vivi esse exemplo ainda) O grande problema, é a crise de abstinência... Uns dois ou três meses depois as marcas já vão ter sumido e você vai ficar sem entender pq se afastou. Você sabe o pq, na verdade, mas não quer lembrar. Pq a vontade de voltar é maior, é tão grande que já não cabe em você. Vira uma necessidade! Você precisa dessa pessoa medíocre para não abandonar tudo! Você chora, se machuca, pensa em suicídio e pensa 450 mil vezes por dia em voltar a ser como antes. Nessa hora, você precisa que te mantenham afastada dele, a todo custo! 

(pq a vida na faculdade não era fácil... rs)

terça-feira, 13 de agosto de 2013

a professora de teatro 3



- aula de teatro? que legal! mas a pessoa sai daqui e vai pra onde?
- como assim? (pensando: "pra onde ela quiser ir... pra casa dela... pro mercado...")
- assim: ela faz o curso e depois?
- bom, ela pode continuar estudando, fazendo outros cursos... ou levar profissionalmente. depende de cada um.
- mas você não encaminha pra, tipo... novela, filme?
- olha, eu posso até ajudar, dar dicas... mas eu não posso garantir nada. depende de tanta coisa... vontade, talento, dedicação, comprometimento...
- ah, então é complicado. pq eu sei de cursos que garantem, na matrícula, que você vai se formar e ir pra globo.

(olha... sem palavras)

sexta-feira, 9 de agosto de 2013

Eu li num livro 33



Livro: O Santo Inquérito

Autor: Dias Gomes

Doses de sabedoria:

* Acho que as boas ações só valem quando não são calculadas. E Deus não deve levar em conta aqueles que praticam o bem só com a intenção de agradar-lhe.

* Não foi querendo agradar a Deus que eu me atirei ao rio para salvá-lo. Foi porque isso me deixaria satisfeita comigo mesma. Porque era um gesto de amor ao meu semelhante. E é no amor que a gente se encontra com Deus. No amor, no prazer e na alegria de viver.

* Não... realmente, não aconteceu nada. Não sei explicar. Mas de um momento para outro, eu me senti tão só, tão desamparada. Só me aconteceu isso uma vez, quando eu era menina e alguém me disse que a Terra se movia no espaço. Não sei que sábio havia descoberto. Até então, a Terra me parecia tão sólida, tão firme... de repente, comecei a pensar em mim mesma, uma pobre criança, montada num planeta louco, que corria pelo céu girando em volta de si mesmo, como um pião. E tive medo, pela primeira vez na vida. Uma sensação de insegurança me fez passar noites sem dormir, imaginando que durante o sono podia rolar no espaço, como uma estrela cadente.

* Há um mínimo de dignidade que o homem não pode negociar, nem mesmo em troca de liberdade. Nem mesmo em troca do sol.

quinta-feira, 8 de agosto de 2013

Carreiras

Todo jovem, quando chega ao colegial, já começa a pensar em um assunto: vestibular. As opções de carreira são muitas e confundem o adolescente. Nesta fase, ele ainda não sabe se deve seguir seus ideais, as vontades de seus pais ou simplesmente se adequar ao mercado de trabalho.

Seguir a vontade de seus pais o livraria de imensas discussões familiares. Além disso, os pais geralmente têm uma visão mais madura do que acontece no mundo, optando por profissões em que o jovem terá um aproveitamento melhor. O único problema é que, nem sempre, o adolescente se sentirá realizado.

Se essa pessoa optar por profissões que atendam ao mercado de trabalho, poderá ter e dar à sua família uma condição melhor de vida. Mas essa situação encontra a mesma dificuldade da anterior: a felicidade do jovem.

Contrariando essas duas opções e cursando o que realmente deseja, o adolescente se sentirá bem. Apesar de conflitos, falta de trabalho na área que escolheu e outros problemas; se dedicará totalmente aos estudos. E, quem sabe, não surpreende a sociedade ganhando dinheiro em uma carreira pouco procurada.

Não importando o que ele siga, tomara que seja feliz. Do mesmo jeito que precisamos de médicos e advogados, precisamos de artistas e paleontólogos. Afinal, o que seria do azul se todos gostassem do verde?

(2º colegial, tema - escolha profissional, redação nota 8, de 16 de maio de 1996)

terça-feira, 6 de agosto de 2013

Post de 2008 perdido



Eu nunca fui tão “acompanhada” como sou agora.
As pessoas que convivem comigo percebem que eu ando estranha... E tentam fazer algo. Eu sinto isso.
Demonstram uma presença constante.
Disputam minha atenção de uma forma infantilmente fofa... “Ah, você foi com quem? E pq não me chamou? Vc me abandona... Eu tenho ciúmes!”
Uma forma que eu sei que é só pra me deixar bem, me achando importante, me sentindo querida.
Mas eu finjo que não sei, pra não estragar a brincadeira. É minha forma de agradecer!
E aí eu descubro amigos inimagináveis!
Ela me bloqueou no MSN e eu descobri sem querer. Mas, hoje, ela me deixa recados maravilhosos no mesmo MSN todos os dias.
Ele, o pistoleiro, pouco aparecia. Agora, não desaparece. Ligações diárias, carinho constante.
Ela deu mancadas. A última quando eu mais precisei. Mas ela faz questão de deixar claro que eu sou única. E especial.
Ele foi de “best friend” a inimigo forever. E voltou. E se tornou o fiel escudeiro. E conversamos, rimos, teatramos, baladeamos, discutimos a vida, filosofamos, questionamos... amo.
Elas continuam sendo incríveis. A gente demorou pra estabelecer a amizade, mas agora é. Existe. Sempre. E elas ouvem as mesmas dúvidas e lamentos sempre. E conseguem não fazer cara de tédio.
Ele, companhia de momentos submarinos, se tornou companhia de vida.
E ela, a bésti, a sincera... Me provou que eu sou uma besta e deixei a distância entrar onde não devia.
E tem as duas. O sangue. O amor eterno. Que me fazem acreditar que Deus gosta muito de mim, por me dar 2 amigas tão incríveis de sempre. De barriga, de berço. Mãe. E irmã.
Pessoas fantásticas.
E eu devo ter algum defeito de fábrica pra, ainda assim, me sentir sempre tão sozinha...

(5 anos se passam... e a gente nem sempre muda...)

quinta-feira, 1 de agosto de 2013

o dia em que me decepcionei com a claro brasil

até hoje eu sempre elogiava a Claro Brasil... via os amigos reclamando das outras operadoras e falava que eles precisavam mudar pra claro, que nunca me deu problemas... até hoje. 

hoje eu recebi um sms dizendo que meu celular estava com o serviço de sms bloqueado por uso indevido. oi? liguei pra operadora. óbvio. a primeira atendente me devolveu pra ura. e lá vão mais 3 minutos pra conseguir voltar pro atendimento, já irritada. 

aí a segunda atendente me diz que eu não estou com o sms bloqueado, o que está bloqueado é a promoção (que eu paguei pra ter, btw), que me dá direito a até 300 torpedos por dia, por R$0,50. mas eu posso continuar mandando sms, pagando R$0,30 por cada um. ok. eu uso o sms pra me comunicar com família, amigos e resolver problemas do meu grupo de teatro. eu mando cerca de 60 sms por dia. que bom (alta dose de ironia) que eu posso continuar fazendo isso, pagando R$18,00 por dia. valeu, Claro, por ser tão legal só que nem um pouco com seus clientes!

quando eu questionei o uso indevido, me falam que eu estou usando o sms pra mandar mensagens publicitárias. oi? de novo: oi?
1. eu só uso pra conversas com amigos e familiares.
2. se eu usasse pra mensagem publicitária, como eles saberiam? eles estão lendo minhas mensagens? beijos, grande irmão? a claro acha que tem o direito de invadir minha privacidade, ler o que eu escrevo e controlar a minha vida?

resposta da atendente: não pode fazer nada, só solicitar que seja verificado, enquanto eu aguardo. por 5 dias úteis. sem me comunicar. por uma falha deles. do sistema, como ela fez questão de ressaltar. ahan.

ok, existe ainda alguma operadora que preste?